domingo, 5 de julho de 2026

Soneto III


 

Paz


Quando da vida o laço se romper, 

e a luz dos olhos se apagar, enfim, 

verei Jesus sorrindo para mim, 

a conduzir-me ao eterno viver. 


Ao Criador irei, sem mais temer; 

desfeito o peso deste mundo ruim,  

repousará meu corpo até seu fim,

 enquanto a alma irá resplandecer. 


Livre da dor, do medo e da aflição,

descansarei na eterna claridade, 

cantando em paz louvores ao Senhor. 


E, revestido da imortalidade, 

terei em Cristo a plena redenção,

vivendo para sempre em Seu amor. 


Frangriot

(Cultivador das Miudezas Poéticas)

27/jun./2026 

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